Ordem dos Médicos visitou unidades do Centro de Saúde Norton de Matos e Centro de Vacinação COVID-19 – Coimbra

Ordem dos Médicos visitou unidades do Centro de Saúde Norton de Matos e Centro de Vacinação COVID-19 – Coimbra

Para avaliar a resposta pós-pandemia, o presidente do Conselho Regional do Centro da Ordem dos Médicos está a levar a cabo visitas a várias unidades de saúde da região, no sentido de conhecer as especificidades da retoma da atividade assistencial após a fase mais crítica de saúde pública de âmbito global. A primeira etapa destas visitas, dia 16 de junho, contemplou uma das unidades do Agrupamento de Centros de Saúde (ACeS) do Baixo Mondego, o Centro de Saúde Norton de Matos, em Coimbra, culminando esta visita no Centro de Vacinação de Coimbra – COVID-19.

“Estamos numa fase crucial da resposta aos doentes, após um período especialmente complexo. A Ordem dos Médicos reconhece o esforço, a dedicação, o empenho de todos nesta pandemia e, com estas visitas, procuraremos entender quais as circunstâncias e quais as necessidades de cada unidade”, explicou Carlos Cortes.

No Centro de Saúde Norton de Matos, a Ordem dos Médicos inteirou-se da realidade das 4 unidades funcionais (USF Briosa, USF Norton de Matos, USF Pulsar; Unidade de Cuidados Comunidade).

Já no Pavilhão Multidesportos Dr. Mário Mexia, onde está instalado o Centro de Vacinação COVID-19 de Coimbra, e em declarações aos jornalistas, Carlos Cortes enalteceu a resposta dada nos cuidados de saúde primários, nesta fase já presencialmente, e deu conta de que as ferramentas de comunicação à distância, chamada telefónica ou videochamada, poderão continuar a ser um complemento na relação com os utentes. Ressalvando, no entanto, que “a relação médico-doente é presencial”.

Na presença de Almerinda Rodrigues e Ângela Santos Neves (Conselho Clínico e de Saúde ACeS do Baixo Mondego) e de Carla Araújo, do Grupo de Acompanhamento da Covid-19 criado pela SRCOM, Carlos Cortes justificou o seu tom otimista tendo em conta os números da vacinação: 42 por cento dos perto de 400 mil utentes do Aces do Baixo Mondego já foram vacinados. “É um sinal de segurança que temos de transmitir à população”, sublinhou, dando ainda conta que é necessário continuar a ter comportamentos seguros e toda a vigilância. “A pandemia não terminou e o vírus mantém-se no meio de nós. Tenho visto comportamentos menos adequados de pessoas que consideram que a pandemia faz parte do passado”, alertou.

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