Ordem dos Médicos do Centro no Hospital S. Teotónio (Viseu) para avaliar resposta pós-pandemia

Ordem dos Médicos do Centro no Hospital S. Teotónio (Viseu) para avaliar resposta pós-pandemia

A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) prossegue as inúmeras visitas às unidades de saúde da região, no sentido de conhecer as especificidades da retoma da atividade assistencial após a fase mais crítica de saúde pública de âmbito global. 

No dia 17 de junho, Carlos Cortes, presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), deslocou-se ao Hospital S. Teotónio (Centro Hospitalar Tondela-Viseu). Luís Patrão, presidente do Conselho Sub-regional de Viseu da Ordem dos Médicos acompanhou toda a visita.

“Estamos numa fase crucial da resposta aos doentes, após um período especialmente complexo. A Ordem dos Médicos reconhece o esforço, a dedicação, o empenho de todos os profissionais de saúde nesta pandemia, e dos médicos em particular, e, com esta visita, procuraremos entender quais as circunstâncias e quais as necessidades de cada serviço durante esta fase de retoma”, explica Carlos Cortes.

O Hospital de Viseu recebeu 1.659 doentes com Covid-19 desde o início da pandemia, número foi divulgado pelo presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, que, em declarações aos jornalistas, disse não ter dúvidas que a atual situação pandémica da região e o baixo número de infetados por Covid-19 na zona se devem muito ao trabalho feito no Centro Hospitalar Tondela-Viseu, que teve das maiores pressões de doentes Covid na região e no País. Salientou a retoma positiva daquela unidade de saúde e disse que houve neste hospital “um esforço enorme” para tentar manter a atividade normal num período de grandes sobressaltos por causa da pandemia COVID-19.

O Hospital de Viseu teve mais 26 por cento de consultas externas nos primeiros cinco meses deste ano, face a 2020. As primeiras consultas subiram mais de 50 por cento. Segundo Carlos Cortes, o hospital de Viseu realizou mais 22 mil consultas externas, entre janeiro e maio deste ano.

“O grande pico da pandemia aconteceu este ano em janeiro, fevereiro e março, mas o Hospital conseguiu aumentar substancialmente as suas consultas externas”, afirmou, realçando ainda o facto das primeiras consultas no Centro Hospitalar Tondela-Viseu terem aumentado “em 50 por cento” enquanto a hospitalização domiciliária subiu 74 por cento, o que também representou um “aumento muito importante”. Destaque também para a atividade cirúrgica: foram operados mais de 1.900 doentes nos primeiros cinco meses de 2021. “Este Hospital está a acompanhar a retoma e tem demonstrado todos os sinais”, concluiu.

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