Ordem dos Médicos visita maior Centro de Cirurgia Cardiotorácica da Península Ibérica

Ordem dos Médicos visita maior Centro de Cirurgia Cardiotorácica da Península Ibérica

O médico cirurgião Manuel Antunes recebeu, na Unidade de TRansplantação Cardíaca de Coimbra, a visita da Ordem dos Médicos. Esta visita realizada na tarde do dia 14 de fevereiro, contou com a participação de Carlos Cortes (presidente da Secção Regional do Centro), José Guilherme Tralhão (vogal do Conselho Regional do Centro) e Marques Neves (Coordenador do Gabinete de Formação Médica da SRCOM.
Na reunião que antecedeu a visita ao serviço, ambas também com a participação da e a enfermeira-coordenadora Emília Sola, Manuel Antunes fez uma resenha histórica do serviço existente desde março de 1988, pouco depois da inauguração dos atuais Hospitais da Universidade de Coimbra.

Na altura, recorda, um cirurgião realizava 20 operações de coração aberto por ano, 20 por centro de complicações, 20 por cento de mortalidade, dizendo ainda que o planeamento era feito para 250 operações por ano.
Manuel Antunes realiza 425 operações logo no primeiro ano do serviço. Todos os anos, são publicados os resultados com a atividade detalhada do serviço (parte cardíaca e torácica). A produção de artigos científicos internacionais ronda entre os 20 a 25 artigos e as apresentações em congressos e reuniões científicas atinge entre os 60 a 70 por ano.

De acordo com o cirurgião e professor universitário, o Centro de Referência de Transplantação Cardíaca é o maior da Península Ibérica.

Refira-se que o Centro de Cirurgia Cardiotorácica dos Hospitais da Universidade de Coimbra possui autonomia na gestão da equipa que lidera. Atualmente, o professor catedrático de Medicina lidera uma equipa de mais de 120 pessoas, entre as quais 20 são médicos; 78 enfermeiros; 19 assistentes operacionais, seis técnicos, cinco elementos de secretariado. No momento da visita, este serviço tinha oito médicos internos. 

Este serviço tem realizado várias missões cirúrgicas humanitárias, nomeadamente na Jordânia (operando crianças sírias) e em Moçambique.

 

Texto e Fotos @SRCOM / Paula Carmo 

 

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