Colóquio “Cuidadores (in)formais: proteger quem cuida”: “É crucial o papel das equipas de Saúde”

Colóquio “Cuidadores (in)formais: proteger quem cuida”: “É crucial o papel das equipas de Saúde”

Enquanto se aguarda pelo debate final sobre o estatuto de cuidador informal na Assembleia da República, a Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), em colaboração com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM), juntaram cuidadores, escutaram médicos e uma jurista. objetivo: Compreender e sentir o pulso a uma realidade que altera a vida a milhares de pessoas em Portugal.

Na sessão de abertura, o presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos, Carlos Cortes, assumiu o papel crucial dos cuidadores informais a quem as equipas de saúde devem estar particularmente atentas de modo a ajudar a minimizar o sofrimento de quem cuida.  

Recorde-se que, no dia 8 de março, os oito diplomas, do Governo, CDS/PP, PSD e PAN baixaram sem votação à Comissão parlamentar do Trabalho e Segurança Social. Recorde-se que os requerimentos de baixa à comissão, por mês e meio (45 dias), foram aprovados por unanimidade pelos deputados reunidos em plenário da Assembleia da República. A seguir, tentar-se-á obter consensos, antes da leis regressarem ao plenário para votação, que é feita em conjunto (generalidade, especialidade e final global).
Os projetos estão centrados na criação do estatuto e benefícios fiscais e sociais, articulação com equipas de saúde, regimes laborais especiais e direito a descanso, entre outros.
Urge tomar medidas para promover o bem-estar físico e psicológico dos cuidadores que enfrentam os problemas de saúde e sociais relacionados com os seus familiares em situação de dependência.

 

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Ordem dos Médicos