Cerimónia de tomada de posse dos Colégios da Ordem dos Médicos

Cerimónia de tomada de posse dos Colégios da Ordem dos Médicos

A Ordem dos Médicos organizou, em Coimbra, a cerimónia de tomada de posse das Direções dos Colégios de Especialidades e de Competências, das Secções de Subespecialidades e do Conselho Nacional do Médico Interno.

Esta sessão de tomada de posse decorreu num contexto particularmente desafiante para o setor da Saúde, marcado por exigências crescentes e pela necessidade de reforçar o papel da Ordem dos Médicos na defesa da qualidade assistencial e da formação.

Manuel Teixeira Veríssimo, Presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos e anfitrião desta cerimónia, na sua intervenção, saudou a Vice-Presidente do Norte, Fernanda Estevinho, e a Vice-Presidente do Sul, Filipa Lança, a Secretária Nacional da OM, Augusta Cipriano, bem como todos os colegas de vários pontos do País que ali iriam tomar posse. “É um prazer recebê-los, aqui na região Centro, para uma cerimónia tão relevante como esta. Com efeito, os Colégios são o sangue da Ordem dos Médicos. São responsáveis por assegurar aquilo que constitui a missão fundamental da Ordem dos Médicos: garantir a qualidade da Medicina, nomeadamente através da fiscalização de todos os locais onde existe formação”, afirmou, tendo dado nota de que são órgãos vitais para a Ordem dos Médicos.

Ao usar da palavra e após cumprimentar todos os colegas dirigentes nas respetivas funções (região Centro, Norte e Sul e outros órgãos nacionais), o Bastonário da Ordem dos Médicos deixou um agradecimento a todos quantos cessaram as suas funções nos vários Colégios e no CNMI, pelo trabalho desenvolvido ao longo destes quase três anos em prol da Ordem dos Médicos e da Medicina, da qualidade da Saúde e, sobretudo, dos doentes.

“Foram de grande proximidade e lealdade e desenvolveram um trabalho notável, técnico e ético”, sublinhou Carlos Cortes, destacando o contributo dado, nomeadamente, na revisão dos programas de formação, na emissão dos diversos pareceres, na elaboração dos censos médicos e na construção do documento relativo às competências dos médicos em função da sua categoria. Enfatizou ainda o papel crucial destes membros para toda a atividade da Ordem dos Médicos, não apenas na vertente assistencial e técnico-científica, mas também na área formativa, na deontologia médica, na definição de políticas de saúde e em todas as respostas dadas pela Ordem a nível local, designadamente nas ULS, hospitais e centros de saúde.

“Não tenho qualquer dúvida: a Ordem dos Médicos nunca teria a sua atual capacidade de resposta se não fosse, como referiu o Professor Manuel Teixeira Veríssimo, o sangue, o pulmão, o coração, todos os órgãos vitais, se não fossem os Colégios a ajudar o trabalho da Ordem dos Médicos”. São, ao todo, perto de 1200 médicos nas mais diversas áreas, lembrou Carlos Cortes que ajudam a construir uma sociedade melhor.

Recorde-se que os colégios são os órgãos técnicos consultivos por excelência, cujos membros são eleitos pelos seus pares. Garantem (em conjunto com os conselhos nacionais consultivos e grupos de trabalho que são nomeados) a maior parte do contributo científico da Ordem dos Médicos. São os Colégios que garantem a qualidade da formação médica e analisam a idoneidade dos serviços para prestar essa mesma formação.

Este evento, que juntou mais de duas centenas de médicos, decorreu na Sala D. Afonso Henriques do Convento São Francisco. Partilhamos algumas imagens captadas durante a sessão.

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